Publicações


Esta Academia presta uma homenagem ao grande escritor Ariano Suassuna, que infelizmente nos deixou. Nestes tempos difíceis para a arte regionalista, perder uma estrela de tal quilate é um duro golpe. Mas a imortalidade está nas obras que escreveu e no bem que semeou por aí. Por isso, caro escritor, você jamais morrerá.


As pessoas mais velhas de Pirenópolis - quero dizer, as da minha idade e os mais velhos - referem-se a mim como "Luiz de Aquino, o neto", para não me confundirem com meu avô Luiz de Aquino, o seresteiro, que já foi biografado nesta página eletrônica. Sou o primeiro neto do maestro Luiz de Aquino. Meu pai, Israel, mudou-se aos 17 anos para Caldas Novas e ali se casou com minha mãe, a mineira Lilita (Hélia Borgese de Aquino Alves; é Borgese mesmo, não é Borges).

Para ler a biografia completa, clique aqui.


Quarto lugar na Copa. Ficou bom? Claro que não! Afinal, quem já foi cinco vezes campeão não se contenta sequer com o segundo – o envergonhado vice. Queremos a taça, a copa, o caneco – e o torcedor sequer atenta para o fato de que o troféu não é mais uma taça ou copa (que tem a forma de um vasilhame para bebidas). Importante é o título máximo!

Para ler o texto completo, clique aqui.


Depois daquilo tudo, o peso de um século da palavra Seleção desalinhou a coluna dorsal do oceano amarelo das arquibancadas, das ruas, dos lares e bares deste país-continente. Sofrer um gol aos 11 minutos é natural; mais um aos 23, dói – mas convenhamos que estava normal, ainda. Triste mesmo foi viver aqueles seis minutos seguintes.

Para ler o texto completo, clique aqui.


Morre o escritor João Ubaldo Ribeiro, que tinha 73 anos. Era Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e autor de "Sargento Getúlio" e "Viva o povo brasileiro". Foi vítima de uma embolia pulmonar. Lei mais sobre o ocorrido clicando neste espaço.


Depois daquilo tudo, o peso de um século da palavra Seleção desalinhou a coluna dorsal do oceano amarelo das arquibancadas, das ruas, dos lares e bares deste país-continente. Sofrer um gol aos 11 minutos é natural; mais um aos 23, dói – mas convenhamos que estava normal, ainda. Triste mesmo foi viver aqueles seis minutos seguintes.

Para ler mais, clique aqui.


Recebi, minutos antes de me pôr a escrever estas linhas, da professora Graça Tostes (amiga de infância, aquele tempo feliz de nossas lembranças, num recanto feliz do Rio de Janeiro – o meu inesquecível bairro de Marechal Hermes), um interessante texto sobre o fim de algumas coisas muito importantes hoje: os correios, o cheque, o jornal, o livro, o telefone fixo e – pasmem, que eu fiquei pasmado! – a música.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.


Conheça a biografia do ilustre pirenopolino Joaquim Pereira Valle, o Quim Pereirinha, que fez fortuna como alfaiate e a usou para construir um colégio para moças, uma carência em Pirenópolis na época. Ele é o Patrono da Cadeira XXXVII da APLAM.

Para ler sua biografia completa, clique aqui.

Das tépidas águas nascidas das rochas, 
oriundas de fendas profundas, 
nasci ansioso de ar e odores.
Planeta tinha a crosta jovem 
como pele adolescente, suscetível 

a acnes e pústulas.

Para ler o poema completo, clique aqui.

O biografado, Pompeu Christovam de Pina, é atualmente um dos maiores incentivadores da cultura pirenopolina. É Membro Efetivo da APLAM.

Para ler sua biografia completa, clique aqui.

Para incentivar os jovens a ler as obras dos principais autores da literatura brasileira, uma escritora criou um projeto controverso. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Patrícia Secco lançará em junho uma versão do livro “O Alienista”, de Machado de Assis, com linguagem mais fácil, frases diretas e palavras comuns.

Para ler o artigo completo, clique aqui.

Conheça a biografia da atriz e escritora Eliane Lage, uma francesa que brilhou no cinema internacional e escolheu a Terra dos Pireneus para viver com tranquilidade. Ela é Membro Efetivo da APLAM.

Para ler sua biografia completa, clique aqui.



Ocorrerá o Festival Internacional de Folclore e Artes Tradicionais em Pirenópolis, entre os dias 25 e 31 de agosto de 2014. O evento contará com danças, músicas e gastronomia de diferentes países, além de oficinas e palestras.

Para saber mais, clique aqui.


Viaje pela Festa do Divino Espírito Santos de Pirenópolis através das fotografias de Adriano Curado. O evento ocorreu em junho de 2014 e foi registrado pelas lentes do fotógrafo.

Para ver as fotos, clique aqui.


Uma análise perturbadora e inquietante da suspensão de ordem do padre César, determinado pelo fato de o mesmo abençoar uma união homossexual, o que teria provocado forte reação da ala mais conservadora da Igreja Católica.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Neste interessante texto, o acadêmico Luiz de Aquino nos mostra como era o cotidiano das instituições bancárias de antigamente e ainda fala das boas e verdadeiras amizades.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

A metamorfose que uma cidade sofre ao se direcionar para o turismo, por mais lenta que seja, é um processo irreversível. Depois que um local começa a atrair visitantes interessados em seus atrativos, abre-se uma porta para inovações profundas no cotidiano, e nunca mais a sossegada aldeia voltará a ser a mesma.

Para ler toda a matéria, clique aqui.


Vão-se décadas desde quando ouvi falar, pela primeira vez, das preocupações quanto ao desmatamento. E naqueles anos 60 do século passado já se defendia o desenvolvimento com equilíbrio – isso que os políticos, agora, dizem ser “desenvolvimento sustentável”.

Para ler o artigo completo, clique aqui.



Chegou devagar o friozinho de seca, de ar com pouca umidade, de dias curtos e noites longas. Vem pela aragem um cheiro de fumaça, de renovação dos campos do cerrado. Aves migratórias passam no céu azul e se vão para outras paragens. Um certo mistério toma conta do Planalto Central nesta época, e eu me reporto aos velhos causos de assombração que ouvia ao borralho dum fogão a lenha.

Para ler a matéria completa, clique aqui.



Começaram a subir frentes frias pela coluna vertebral brasileira. Vem lá do Rio Grande do Sul e nos atinge em cheio no Centro-Oeste. Aqui no Brasil Central, onde estamos acostumados com calor, agora vemos multicoloridos agasalhos. Nas noites, o consumo de cerveja foi substituído por vinhos. As pessoas ficam mais bonitas, mais bem-vestidas.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

A Marina é um ser muito, muito especial. Completou, há poucas semanas, quatro anos de vida, de um olhar penetrante e curioso e de uma perspicácia incomum e, inevitavelmente, muitas tiradas de rara inteligência.

Para ler o texto completo, clique aqui.


Conheça a biografia da grande escultora pirenopolina Maria Fleury, também conhecida como Maria de Beni, famosa por compor em barro miniaturas das Cavalhadas de Pirenópolis. Foi ela uma mulher forte e destemida, que soube superar as adversidades da vida.

Para ler sua biografia completa, clique aqui.


Tudo começou quando tocou o interfone aqui de casa e, ao atendê-lo, ouvi que se tratava de uma senhora com três crianças pequenas à procura de comida. Nos dias de hoje, com tanta violência noticiada, até pensei em dizer que não tinha. Mas aí algo me veio à mente: e se de fato for verdade?

Para ler o texto completo, clique aqui.
  

A mais abissal solidão/ não foi a de Noé,/ em sua arca,/ quando só havia/ a treva em toda a terra./ Mais espantosa solidão/ foi a de Emily Dickison/ na fazendola de seus pais,/ nos confins da Inglaterra/ - de onde jamais saiu,/ a não ser para ver morrer/ parentes e vizinhos.

Para ler o poema de Brasigois Felício na íntegra, clique aqui.

Entrevistava uma pessoa ao telefone e quis saber da moça (sim, refiro-me a uma mulher) sobre um dado percentual; sem qualquer cerimônia, ela me respondeu: "Está na faxetária de 32%."


Para ler o texto completo, clique aqui.


O ato do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de proibir, sem nenhuma fundamentação, que se dependurasse os quadros da via-sacra do Acadêmico Pérsio Forzani nas paredes da Matriz, motivaram-me a escrever este artigo.

Para ler o texto completo, clique aqui.

Uma notícia preocupante foi divulgada pela Universidade de Brasília. Se persistir o atual modelo de desenvolvimento do Distrito Federal, em cinco décadas, no máximo, Brasília e Goiânia se unirão numa gigantesca área urbana. 

Para ler o artigo completo, clique aqui.


Conheça a história de vida do seresteiro, compositor e violonista Israel de Aquino Alves, que é Patrono da Cadeira nº XXXIV da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música.


Para ler a biografia, clique aqui.

Poucas horas após redigir esta crônica, enviá-lo ao DM e postá-la neste blog, ouvi a notícia do falecimento de Gabriel Garcia Marques, de quem desfrutei de maravilhosos textos de ficção e depoimentos.
Para ler o texto completo, clique aqui.

Hoje, 16 de abril de 2014, nossa Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (APLAM) completa 20 anos de existência. As comemorações de sua fundação foram adiadas para data posterior, pois o aniversário coincidiu com a Semana Santa. Não seria de bom tom apresentarmos saraus, tocatas etc., na Quarta-feira Santa.

Para ler o texto completo, clique aqui.


 Assistia, como ouvinte, uma aula de literatura comparada em que alunos de pós graduação apresentavam análises de poemas de poetas a quem podemos chamar de clássicos brasileiros. Ora: o Brasil tem tantos poetas quanto esquinas, dizem uns; talvez haja muito mais, ou seja, é possível que tenhamos tantos poetas quanto janelas…

Para ler o texto completo, clique aqui


Inconstantes sonhos que/ me impulsionam/ para adiante,/ me fazem sempre/ mais altivo na/ caminhada celestial/ à procura das estrelas...

Para ler o poema completo, clique aqui.

A APLAM publica Edital para o preenchimento de cinco vagas de Membros Efetivos da entidade. Os interessados devem acessar o Edital, e para isso basta clicar aqui.

Notícia triste: morreu Belini, o capitão da Seleção Brasileira que, em 1958, trouxe da Suécia o Caneco de Ouro – que conquistamos definitivamente em 1970 e que foi roubado e, dizem, derretido para ser vendido por peso…

Para ler o texto completo, clique aqui.



Não há, de fato, melhor lugar no mundo que a terra da gente. Numa exaltação apaixonada por Pirenópolis, o autor nos revela sua aldeia em prosa e imagem.

Para ler o texto completo, clique aqui.

Em janeiro fui até a cidade de Barretos, interior de São Paulo. Rica em cultura, infelizmente a cidade é conhecida internacionalmente apenas pela festa do peão, que só acontece durante dez dias do mês de agosto. O barretense não gosta dessa festa e torce o nariz para o parque em formato de ferradura que o Oscar Niemeyer desenhou.

Leia o texto com um clique aqui.


Lá pelos idos dos anos 80, um poeta jovem daqui da terrinha, Tagore Biram, conseguiu que a Câmara Municipal de Goiânia aprovasse uma decisão bonita: todos os anos, em dia mais próximo a 14 de marco, haveria uma sessão especial daquela Casa de Leis voltada exclusivamente para a Poesia. Tagore Biram mudou-se, foi morar no Chile, foi morrer no Chile (precocemente, aos 40 anos, em 1998). E desde que ele se foi, a Câmara Municipal de Goiânia e nós, os poetas goianienses, esquecemo-nos daquela decisão legal.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui



Colocamos o mal estar
e o absurdo nas alturas
- submetemo-nos alegremente
a seus abismos e funduras

Para ler o poema, clique aqui.


 A gente nunca mais tomou “umas” por aí, poeta Valdivino Braz! Os anos, quando muitos, parece que nos aleijam a vida. Tantos os que se foram antes, como Joaquim Machado, Tagore Biram, Yeda Schmaltz, Vilda Guerra... Poetas de letras e vida, não desses que se fecham em quatro paredes e uma porrada de livros nem todos lidos... Esses poeta de paletó e gravata, de fala empostada e muito pouca – pouquíssima – vida a viver e poetizar.

Para ler o texto completo, clique aqui. 



Hoje é dia de pamonhada na roça. Tem fogão a lenha que espalha fumaça pela casa toda, tem chão de terra batida que é fresquinho, tem uma pinguinha para abrir o apetite. Ali dentro estão as mulheres em animado bate-papo, umas contam assuntos do cotidiano, outras puxam uma cantoria das  antigas. 

Leia mais, clique aqui.

Sem mais aquela 
as pessoas 
ficaram tristes 
como se nunca 
tivessem 
sido felizes.
 Na usura de negarem 
o outro em si 
já não sabem 
dar e receber amor.

Para ler o poema na íntegra, clique aqui.


O professor José Sisenando Jayme foi um dos fundadores da Aplam. Pirenopolino filho de Jarbas Jayme, dedicou considerável parte de sua vida à pesquisa histórica. Sua biografia engrandece esta Academia.

Para ler a biografia, clique aqui.

Sebastião Pereira (Pirenópolis, 14.1.1928 – 2.2.2008) foi um grande músico pirenopolino, membro da Banda Fênix, do Coro e Orquestra Nossa Senhora do Rosário, da Orquestra Sinfônica de Goiás e fiscal arrecadador estadual de Goiás.

Para ler a biografia, clique aqui.


Hoje pela manhã, ao ver um vistoso e bem tratado cavalo que puxava uma carroça, lembrei-me de um triste acontecimento da minha infância. O fato  ocorreu na ladeira da rua do Rosário, quase em frente ao prédio onde atualmente está a Pousada das Cavalhadas. Naquele tempo a rua era de mão dupla, podia-se tanto subir quanto descer.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.



Dizem que Aristóteles definiu o homem como “um animal social”. E a gente entende que, sob tal definição e a (para nós) inevitável necessidade de interações, criamos os estados, ou seja, a organização política (de polis – múltiplo, coletivo, social). Estados, sejam eles uma tribo, um  clã, um povoado, uma paróquia, cidade, município ou comarca, implicam regras (leis).

Para ler o texto completo, clique aqui.

E quando olho para o meu lado direito, vejo que estou diante da porta de entrada de uma casa simples. A porta está aberta e no sofá da sala uma senhora provavelmente septuagenária monta distraída uma fantasia de Carnaval. Nem se dá conta de que logo ali à sua frente, a poucos metros do tal sofá, motoristas e motociclistas se digladiam no trânsito maluco.

Para ler o texto, clique aqui.

O mar navega o Ser,
nas tempestades
da palavra incendiada.

O poeta navega a esmo
no mar de dardos

de seus atos insensatos.

Para ler o poema na íntegra, clique aqui.

É bom conversar com crianças. Principalmente as crianças de pré-escola – a fase em que o pensamento já se reveste de lógica, uma espécie de gramática está bem estruturada nas pequeninas mentes e as palavras conhecidas ganham novas construções.

Para ler o texto completo, clique aqui

Conheça a biografia do jornalista  e historiador Irnaldo Jayme, patrono da Cadeira n° XXIII, da APLAM. Seu livro, Furacão Histórico, é referência bibliográfica.

Para ler a biografia, clique aqui.

Este texto trata de uma nova forma de ansiedade, ou angústia, que se manifesta por conta da instantaneidade da Internet. A intimidade virtual, esse hábito de confissões mútuas, de segredos trocados entre pessoas que permutam confianças e confidências, incrivelmente facilitadas sem a magia dos olhares cruzados. 

Para ler o texto, clique aqui.

Num poema duro, forte, de acentuada crítica social, o poeta e Acadêmico Brasigois nos fala da crise do presídio no Maranhão.



Leia o poema, clique aqui.



Dizem que Aristóteles definiu o homem como “um animal social”. E a gente entende que, sob tal definição e a (para nós) inevitável necessidade de interações, criamos os estados, ou seja, a organização política (de polis – múltiplo, coletivo, social). Estados, sejam eles uma tribo, um clã, um povoado, uma paróquia, cidade, município ou comarca, implicam regras (leis).

Para ler o texto completo, clique aqui.

E quando olho para o meu lado direito, vejo que estou diante da porta de entrada de uma casa simples. A porta está aberta e no sofá da sala uma senhora provavelmente septuagenária monta distraída uma fantasia de Carnaval. Nem se dá conta de que logo ali à sua frente, a poucos metros do tal sofá, motoristas e motociclistas se digladiam no trânsito maluco.

Para ler o texto, clique aqui.


O mar navega o Ser,
nas tempestades
da palavra incendiada.

O poeta navega a esmo
no mar de dardos

de seus atos insensatos.

Para ler o poema na íntegra, clique aqui.


É bom conversar com crianças. Principalmente as crianças de pré-escola – a fase em que o pensamento já se reveste de lógica, uma espécie de gramática está bem estruturada nas pequeninas mentes e as palavras conhecidas ganham novas construções.

Para ler o texto completo, clique aqui


Conheça a biografia do jornalista  e historiador Irnaldo Jayme, patrono da Cadeira n° XXIII, da APLAM. Seu livro, Furacão Histórico, é referência bibliográfica.

Para ler a biografia, clique aqui.

Este texto trata de uma nova forma de ansiedade, ou angústia, que se manifesta por conta da instantaneidade da Internet. A intimidade virtual, esse hábito de confissões mútuas, de segredos trocados entre pessoas que permutam confianças e confidências, incrivelmente facilitadas sem a magia dos olhares cruzados. 

Para ler o texto, clique aqui.

Num poema duro, forte, de acentuada crítica social, o poeta e Acadêmico Brasigois nos fala da crise do presídio no Maranhão.

Leia o poema, clique aqui.


A rica biografia do padre Francisco Inácio da Luz, Patrono da Cadeira n° VI, nos conta que ele revolucionou a música goiana, ao trazer para Meia Ponte as novidades culturais cariocas.

Confira a biografia, clique aqui.


Em um emocionante relato, o Acadêmico Adriano Curado narra as sensações de uma visita que fez a uma paciente muito especial. Na ala pediátrica do câncer da santa casa, ele conhece alguém que mudaria sua vida.

Para emocionar-se, clique aqui.


O grande poeta e Acadêmico Brasigois Felício nos fala de um Brasil bem peculiar e idealizado por sua pena mágica.

Para ler o poema, clique aqui.


Em um passeio pela zona rural de Corumbá de Goiás, o Acadêmico Adriano Curado conheceu um alambique e compôs interessante texto.

Para ler o texto, clique aqui.


Em brilhante crônica, o Acadêmico Luiz de Aquino usa de passagens de O Pequeno Príncipe para comentar sobre a saúde pública no Brasil.

Para ler o texto, clique aqui.

Através das belas fotografias do Acadêmico Adriano Curado, viaje pela belíssima Pirenópolis ao cair da tarde.

Para ver as fotos, clique aqui.

A comparação do ofício de escritor com um garimpeiro é a mágica deste pequeno mas significativo texto do Acadêmico João Batista de Andrade.

Para ler o texto, clique aqui.


O Acadêmico Luiz de Aquino nos fala em sua crônica sobre a renovação que sempre se espera na virada de ano.

Leia a íntegra, clique aqui.


"Tão bela e tão frágil" é o título do poema que o Acadêmico Adriano Curado compôs em homenagem à Igreja Matriz de Pirenópolis.

Para ler o poema, clique aqui.


Através de uma crônica corajosa e bem escrita, o Acadêmico Luiz de Aquino nos leva a encarar a realidade da saúde pública brasileira.



Para ler o texto, clique aqui.


José Joaquim da Veiga Valle, um meiapontense que esculpiu maravilhas em cedro e é considerado um dos maiores artistas mundiais. É Patrono da Cadeira IV da APLAM.



Para ler sua biografia, clique aqui.

Começam as chuvas, ocasião em que aparecem notícias terríveis de tragédias nas cidades grandes. Aproveitando a deixa, Luiz de Aquino no leva a uma viagem no tempo, contando de outras chuvas.



Para ler o texto, clique aqui.



Joaquim Xavier Curado (Pirenópolis 02.12.1746 – Rio de Janeiro 15.09.1830) foi primeiro e único barão com grandeza e conde de São João das Duas Barras, militar e político brasileiro.



Para ler sua brilhante biografia, clique aqui.




"A Tradição e o Tempo" é o título de um ensaio escrito pelo Acadêmico Adriano Curado visando preservar o valor da cultura pirenopolina.

Para ler o texto, clique aqui.


Joaquim Alves de Oliveira foi um grande produtor rural, agraciado com os títulos de Honra de Moço Fidalgo da Casa Imperial, Comenda do Cruzeiro, Comenda de Cavaleiro da Ordem de Rosa e a patente de tenente-coronel, sendo também o criador do jornal A Matutina Meiapontense.

Para ler sua biografia, clique aqui.

Conheça a biografia do grande intelectual Jarbas Jayme, um homem que dedicou décadas de sua vida ao jornalismo e à pesquisa histórica. É considerado um dos maiores genealogista do Brasil.



Para ler a biografia, clique aqui.



Viaje com o autor pelo tempo das tropas de mulas, quando não havia estradas nem conforto. Neste texto, vó Maria, já nonagenária, nos conta como era a vida no tempo de sua infância.



Para ler o texto, clique aqui.

Conheça a biografia do idealizador da APLAM, o escritor Arnaldo Setti, um homem que muito contribuiu para a melhoria de vida da população pirenopolina.



Para ler a biografia, clique aqui.



Confira o ensaio do Acadêmico Adriano Curado sobre o tempo e seu reflexo na sociedade. Numa abordagem histórica desde o século XVIII, ele busca compreender as mudanças sociais mais profundas.



Para ler o artigo, clique aqui.

Conheça a biografia de Maria Fleury, grande escultora pirenopolina, que criou miniaturas em barro dos cavaleiros das Cavalhadas de Pirenópolis e se tornou conhecida no mundo todo.



Para ler sua biografia, clique aqui.



O grande escritor José Mendonça Teles, Membro efetivo de nossa Academia, compôs um belo e inspirado poema em homenagem a Pirenópolis.



Para ler o poema, clique aqui.

Nesta crônica, o Acadêmico Luiz de Aquino trabalho temas delicados, como a perda de entes queridos, mas também acena com a esperança do recomeço.



Para ler o texto, clique aqui.



Que dizer do tempo que passa depressa e não volta mais? Neste texto, Adriano Curado nos leva por um viagem dentro de nós mesmos.



Para ler o texto, clique aqui.


Conheça a história de vida da Presidente de Honra da APLAM, uma mulher valorosa, que foi capaz de lutar contras as adversidades para manter viva a cultura de sua terra.



Para ler a biografia, clique aqui.

Conheça a biografia do escritor Argemiro José Cardoso (Goiandira/GO 22.12.1937 – Brasília/DF 10.11.2011), que era titular da Cadeira XXVIII da APLAM. 

Para ler a biografia, clique aqui.

A convite da APLAM, a escritora Thais Valle publica aqui um poema de amor dedicado ao amor. Autora de três livros, ela nos brinda com um belo trabalho.



Para ler o poema, clique aqui.


Confira o excelente texto do Acadêmico Luiz de Aquino com o título Múltiplo Leminski. Ele é ocupante da Cadeira XVII, cujo Patrono é Luiz de Aquino Alves, seu avô.



Para conferir o artigo, clique aqui.

Com o interessante título O bebê nas minas de Meia Ponte, o Acadêmico Adriano Curado nos leva por um passeio na mineração goiana no século XVIII.



Para conferir o artigo, clique aqui.




As reflexões sobre a arte e a vida movem o Acadêmico João Batista de Andrade neste texto de forte conteúdo.



Para conferir o artigo, clique aqui.



Confira o excelente texto do Acadêmico Luiz de Aquino com o título Profissionais descuidados. Ele é ocupante da Cadeira XVII, cujo Patrono é Luiz de Aquino Alves, seu avô.



Para conferir o artigo, clique aqui.



Com o interessante título O bebê nas minas de Meia Ponte, nosso Presidente Adriano Curado nos leva por um passeio na mineração goiana no século XVIII.



Para conferir o artigo, clique aqui.


Este lindo poema recheado de mistério e romantismo é da lavra do Acadêmico Brasigois Felício, Membro Efeito da APLAM.

Para conferir o artigo, clique aqui.


Após o incêndio que destruiu parte do Memorial da América Latina, do qual o Acadêmico João Batista de Andrade é Diretor, ele compôs um lindo poema chamado "Dor". 

Para ler o poema, clique aqui.


"Pecados da Tribo" é um lindo poema recheado de mistério e romantismo é da lavra do Acadêmico Brasigois Felício, Membro Efeito da APLAM.

Para conferir o artigo, clique aqui.




_______________________________________