Sarau da Aplam abre Flipiri


Sarau e lançamento da Antologia Poética "Um feixe de luz" , dia 22 de setembro, às 18:30, no Salão Paroquial, na Flipiri. 

Participação especial do duo Ziriguiduo. Realização APLAM - Academia Pirenopolina de Letras Artes e Música.

Participe! Prestigie! 

Gustavo Lima em Pirenópolis


E quem está em Pirenópolis para a gravação de seu novo clipe é o cantor sertanejo Gustavo Lima. As filmagens estão ocorrendo na Rua do Rosário (ou do Lazer), que se encontram temporariamente interditada. Na foto, o artista aparece abraçado com as pirenopolinas Rosane Ferreira (de saia branca) e Ariane Cerena Mesquita.

Quem participa do clipe é a atriz Cleo Pires.


Na beira da estrada


Hoje deparei com essa linda árvore. É a caraíba do cerrado que com seus cachos de ouro se deixa contrastar com o céu de imaculado azul. Ela sofreu com a queimada que tingiu seu tronco de negro, mas ainda assim se recusou a deixar de florir. Apeei do carro para fotografá-la em todo o seu esplendor.

Acadêmico Adriano Curado

Adeus ao Minc


Estou de volta para São Paulo.
Alguns amigos celebram, preocupados com minha participação nessa política absurda que nos envolve a todos. Outros desdenham já que me questionaram quando fui para Brasília.
Outros, pelo contrário, me criticam, era preciso mais paciência. 
Já adianto: saio com a sensação de que errei. 
Mas sem arrependimentos.
Quem me conhece sabe que desenvolvi minha carreira no cinema, na política, na TV, - nos piores e nos mais difíceis momentos da vida brasileira, desde antes de 1964. E em situações em que eu sempre buscava o que chamo de dobras do sistema. Nunca tive ilusão de que a cultura, aqui, tivesse algum dia o apoio e a tranquilidade com que sempre sonhamos e onde pudéssemos de fato escolher o campo e a bola para jogar. Como um dia me disse o Henfil, sobre o Brasil da ditadura: “o governo não nos dá prêmios, mas dá assunto”.

Reflexões urbanas


Eu até entendo que nada neste mundo é estático e que tudo está em constante processo de modificação. Nós mesmos mudamos o tempo todo. Não sou a mesma pessoa que começou este ano e certamente começarei o ano que vem (se vivo estiver) totalmente alterado. Mas em relação à minha cidade, gostaria que tudo transcorresse mais lentamente, que sobrasse tempo para nosso espírito saudosista se adaptar. 

Quando eu era criança brincava na Rua Nova de queimada com os meninos da vizinhança. Não passava quase carro nenhum e a brincadeira só era interrompida quando aparecia um doido na rua, e naquele tempo havia vários. Não eram doidos perigosos, eram incompreendidos. Hoje sabemos disso, mas naquelas priscas eras...